BLEQUE

Com a cabeça na black music e os pés na ginga brasileira banda porto alegrense Bleque lança seu primeiro trabalho, “Balaio de Fé” Nascida no underground de Porto Alegre em 2000, a banda Bleque surgiu após o encerramento das atividades do grupo Os Margaridas, vencedor do festival Skol Rock em 1997 e do qual veio a maior parte de seus integrantes. Versão brasileira do termo black, a banda iniciou a turnê de lançamento de seu primeiro disco Balaio de Fé no Garagem Hermética em março de 2005. Balaio de Fé conta histórias da cidade, visões de mundo. Expressa o cotidiano do povo brasileiro misturando fé, religião, timbres urbanos, futebol e samba. São 15 faixas com raízes na black music e o pé fincado no molejo brasileiro. Gravado em 2002, somente agora chega ao público. Foi produzido por Bruno Klein e banda Bleque, mixado por Alexandre Chikoski e masterizado por Marcos Abreu. Participaram das gravações os músicos Richard Serraria e Duke Jay (Bataclã F.C.), o percussionista Alexandre Souza e LJay (Attack Frontal). A programação visual foi desenvolvida por Cristiano Estrela (fotos), Andrea Menezes (ilustrações) e Sandré Sarreta (projeto gráfico). Apresentando nos palcos gaúchos releituras de suas referências – Chico Science, Sabotage, Marcelo D2, Mundo Livre S.A., Jorge Ben, Clube do Balanço, Tim Maia Racional, Fernanda Abreu, Nação Zumbi, Gilberto Gil, Seu Jorge – a Bleque conseguiu juntar recursos para masterização, produção e lançamento do disco. Seus shows tem marcado presença em eventos de destaque como Circuito Cultural Banco do Brasil (2003) e Festa das Cores do Festival Internacional de Cinema de Gramado (2004). Opinião, Dado Bier, Chalaça, Acqua Pub, Gê Powers, Dr.Jekyll, Garagem Hermética, Allanbik são casas noturnas da capital gaúcha que tem aberto suas portas ao show da Bleque. Paralelo ao lançamento do disco a Bleque “agita o baile” no litoral gaúcho apresentando seu show nas festas do Scooba (Imbé/RS). Balaio de Fé faixa-a-faixa 1. Jucundo: anuncia a nova estética proposta pela banda, se reinventando. 2. Negoben: homenagem a um dos vetores desse momento Bleque, Salve Jorge! 3. Z.S.: o gosto e a influência da zona Sul de Porto Alegre. 4. MeninaSamba: samba rock com reggae. 5. Homem.com: é resultado da filosofia e da memória da Bleque, melodia e poesia numa canção síntese da banda. 6. Chuva: traz de volta o reggae, chuva que vem do norte, esperança na vida e braço forte pra lida. 7. Balaio de Fé: a alma da banda, a religião como fonte de entendimento e mistura das culturas que nos tornaram uma nação. Sincretismo espiritual e sonoro. 8. NVM (I don´t wanna change): é um funk, quase charm, mostrando a convicção na verdade de cada um. Improviso lírico e elegante solo de guitarra. É a faixa de trabalho, escolhida para divulgação do disco. 9. Pá y Pá: é tradução de festa, é Belém Velho e sua turma, é jogo no Beira-Rio. 10. Segue o baile: uma visita ao universo dos bailinhos da Salgado Filho. 11. Missão Bleque: traduz uma maneira de olhar o mundo, mistura teclados sinfônicos com distorções, riffs de guitarra e baixo marcado. 12. Bleque na Roda: funkão quase tradicional, viaja na geografia da cidade, encontra seu repouso onde mora a energia criativa da banda: referência à Zona Sul. 13, 14 e 15: Adrenalina, Gol de placa e Uh! Caverão são testemunhas da evolução e transformação da banda. Balaio de Fé – distribuição do disco Produzido pelo Selo Gens e Pontocom Records,o CD Balaio de Fé pode ser adquirido através dos seguintes links: Venda direta ao consumidor www.bleque.com.br http://www.mizzbrazil.com/product_info.php?products_id=3331 Venda para lojas http://www.tratore.com.br/catalogo/cd.asp?id=7898355960673 Balaio de Fé: os músicos Sandré Sarreta (voz) Aos 5 anos, foi morar na Zona Sul, acima do Morro do Osso. A vista magnífica proporcionou que Sandré começasse, aos 14 anos, a escrever poesias malucas e sem nexo. Nesta época conheceu Ale Mendes, através do vizinho Ricardo Correa. Ricardo e Ale tocavam na Kaus do Porto, de quem Sarreta virou roadie. Foi quando percebeu que queria mesmo estar em cima do palco, e não atrás dele. Assim surgiu a Tijolos Aquáticos, primeira banda de rock, junto com outros vizinhos de rua. Tocavam covers dos grupos do estouro de Seattle, e as composições próprias eram uma mescla de Nirvana com um sotaque gaucho. No festival do Colégio IPA, conheceu a banda punk Os Margaridas (ex-Fezes do Universo), da qual tornou-se vocalista. Encontrou Carlos Lots, Pedro Hahn e André Maccari. Assim conquistaram o Skol Rock em 97 e tocaram em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre mesclando funk e som pesado. A seguir, mudou a formação de Os Margaridas, entrando Marcelo Cougo, Rodrigo Saldanha e Ale Mendes. Foi o início da Bleque, em 2000, com influências de música negra e letras com cunho social. Carlos Lots (guitarra/voz) Natural de Porto Alegre, começou trajetória como músico em 86, quando, junto com amigos, fundou uma banda de heavy metal, a Sacrário. Em setembro de 89 passou para outra banda de metal, o Leviaethan, com a qual gravou dois discos lançados pelo selo Rock Brigade, de São Paulo. Nesta época acompanhou a cantora Danni Calixto no circuito de bares de Porto Alegre, o que fez com que aprendesse mais sobre as maneiras de tocar música pop, já que até então só tocara em bandas de metal. Este gosto pelo pop levou à formação do grupo Tomate Cru. Em 1996, estimulado pelos amigos Pedro Hahn e Andre Maccari passou a fazer parte de Os Margaridas, mais tarde Bleque. Lots também atua como professor de musica desde 94. Marcelo Cougo (baixo/voz) Começou cantando no coral do colégio Assunção, formando mais tarde, aos 15, uma banda com os colegas da escola. Foi vocalista, mas sua predileção pela discrição conduziu Cougo ao contra-baixo. Tocou nos grupos de metal Sacrário e Alchemist. Morou um ano em São Paulo tocando no grupo Panic, e também dividiu o palco com Danni Calixto. Participou de Os Margaridas, entrou na Bleque, afastou-se da banda por um ano e retornou. Teve também um projeto com Richard Serraria, vocalista e letrista da Bataclã FC, música e poesia em algumas notáveis apresentações e a oportunidade de estar mais perto dos processos criativos dessa banda que capta a alma porto-alegrense. Ale Mendes (bateria/voz) Começou a tocar bateria quando pequeno, estimulado pelo próprio pai. Participou dos grupos Kaus do Porto, Tijolos Aquáticos, Relógios de Frederico, General Migué, McBoys. Conheceu Os Marguaridas no Skol Rock, sendo posteriormente incorporado pela banda. Rodrigo Saldanha (teclados) Natural de Carazinho, começou a tocar aos 22 anos, participando dos grupos Folharada e Junks. Entrou para Os Margaridas, posteriormente Bleque, em 1998.

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E-Mail: bleque@bleque.com.br
Site: http://WWW.BLEQUE.COM.BR