Fábio Marrone

Fábio Marrone começou a tocar violão na adolescência por influência de seu pai, Egídio, que escutava muito Beatles, Rolling Stones e Creedence. Tempos depois, ao se deparar com Ac/Dc e Dire Straits, comprou sua primeira guitarra e vieram os primeiros acordes distorcidos. Foi em 1992, ao assistir os guitarristas Duca Leindecker e Marcinho Ramos em um show da Bandaliera, que a guitarra passa a ter um novo sentido. A partir desse momento, o guitarrista resolve levar realmente a sério seu instrumento e procura Duca Leindecker para ter aulas – mais tarde, também estudaria com Frank Solari. Como resultado desse estudo, em 1994 E 1995, classifica-se entre os 10 finalistas nas duas edições do Concurso Top Guitar, realizado no Bar Opinião. Então, influenciado por esses três guitarristas, Duca, Marcinho e Frank, é chegada à hora de pegar a estrada em busca de seu espaço no mercado da música. Depois de passar por experiências acompanhando os cantores Cristine Amoretti e Beto Herrmann, começa a freqüentar os palcos dos bares de Porto Alegre como integrante da banda de cover Credentials, na qual faz parte até hoje. Em 2000, começou a nascer o cd No Rip, com a gravação do single Retoside. Motivado com a idéia de um cd só de guitarras, Fábio passa a escutar composições antigas, gravadas em cassete, e juntar a idéias novas. Tendo algumas músicas prontas, em 2003 junta-se a Alexandre Barea, bateria, e Luciano Leindecker, contrabaixo, para ensaiar e gravar No Rip. Ainda em 2003, viria a acompanhar a banda Cidadão Quem como guitarrista de apoio, na ausência temporária de Fernando Peters. Em 2004, ao mesmo tempo em que No Rip estava sendo finalizado, à convite de Alexandre Barea, entra para a Banda de Punk Rock do australiano Simon Chainsaw, S.C.H.K.. No ano de 2005, foi realizado o primeiro show do trabalho No Rip acompanhado de Luke Faro (bateria), Luciano Leindecker (baixo) e Nando Peters (guitarra). Nesse mesmo ano, tocou na banda Foxy Lady.

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