Its All Red

O It’s All Red começou no final de 2005, com Luis Volkweis (guitarra/voz) e Rafael Mallmann (baixo/voz). Os dois passaram quase um ano inteiro escrevendo e registrando em demos o material que viria a o primeiro álbum da banda, Vicious Words The Heart, lançado em 2007, já com a formação completa.
Todos os integrantes da banda ouvem de tudo: do pop ao metal extremo. E tiram um certo proveito disso, levando essas influências para dentro do trabalho do It’s All Red de maneira mais natural possível. O background dos músicos também é bem variado, tendo passado por bandas de hardcore, death metal e thrash metal até em bandas de rock e pop. E o It’s All Red acaba sendo uma mistura positiva de toda essa bagagem.
O curioso é que foi a própria música que acabou trazendo os integrantes à banda. O Renato Siqueira, bateria, iria, a princípio, apenas gravar as baterias no primeiro álbum, pois estava muito ocupado com algumas bandas e outros trabalhos. Mas ele gostou tanto do que o grupo estava fazendo que decidiu ser parte definitiva daquilo e hoje tem o It’s All Red como sua banda principal. O mesmo aconteceu com seu irmão gêmeo, Rafael, que produziu o Vicious Words The Heart e acabou ocupando a vaga de guitarrista que o It’s All Red tinha em aberto, apesar de seu instrumento principal ser o baixo. E após duas trocas de vocalista (o original Rodrigo Volkweis saiu, dando lugar para o ex-Blood Karma Foundation Rafael Thumé, que acabou deixando a banda oito meses depois graças às tão conhecidas divergências musicais), o mesmo aconteceu com o então – e quiçá definitivo – vocalista Julio Schwan. Oriundo da banda Sistema de Mentiras (hardcore de Campo Bom/RS), Julio era fã do It’s All Red e demonstrou enorme interesse e empolgação quando convidado para substituir Thumé em um show que aconteceria logo após a saída deste. Ele aprendeu o cd inteiro em duas semanas e logo no primeiro ensaio já parecia que era parte da banda há anos. Foi a escolha óbvia, pois era mais um integrante que o It’s All Red conquistava com suas músicas.
E com esse line-up sólido – presenteado à banda pelo seu próprio repertório – que o It’s All Red resolve preparar seu segundo álbum, batizado de The Natural Process Of…

Eis o que a banda tem a dizer sobre o novo trabalho:

No hiato entre vocalistas, acabamos por organizar as idéias e passamos a compor como banda pela primeira vez. A maior parte do álbum foi escrita em um período curto, dos 2 ou 3 meses que ficamos sem vocalista, antes de decidir que o Julio de fato seria a escolha da banda. A parcela que sobraria, após a entrada do novo vocalista, teve participação dele tanto em idéias de arranjos quanto em letras.
O conteúdo do The Natural Process Of… apresenta a evolução e amadurecimento da idéia que temos de como o It’s All Red deve soar. Não se limita apenas a uma versão 2.0 do primeiro cd, vai além. Todas as referências estão melhor utilizadas, as melodias mais "pegajosas" e elaboradas, os breakdowns (característica específica do tipo de música que fazemos e parte indispensável da identidade da banda) estão mais brutais e a simplicidade comanda. A estrutura "pop" de estrofes e refrões continua presente, assim como no primeiro álbum, para que desse modo reafirme quem somos. O álbum está soando 10 vezes mais pesado do que o anterior e traz elementos diferentes, que não apareciam em VWFTH, como o uso de vozes um pouco mais doces e falsetes, criando contraste com os vocais brutais, mais hardcore e metal, ou arranjos de guitarra mais hard-rock (parcela de "culpa" do Rafa Siqueira, que não participou das composições do álbum anterior), violões e algumas participações especiais de integrantes de outras bandas. Entretanto, enquanto o primeiro álbum trazia a participação de amigos da cena metal (como a Josie, da A Sorrowful Dream), The Natural Process Of… apresenta amigos de outras cenas musicais, como integrantes das bandas Véspera e Absence Of.

O álbum está sendo produzido pela própria banda, em dois diferentes locais. As baterias foram todas gravadas no estudio Transcendental, em Porto Alegre/RS e os demais instrumentos e vozes estão sendo captados no estúdio do guitarrista Rafael Siqueira, onde também ocorrerá a mixagem.
A engenharia de som (gravação e edições) fica por conta de Rafael Siqueira e Luis Volkweis.
No momento ainda faltam algumas guitarras e baixos para serem finalizados, bem como uma pequena parte dos vocais. O processo está bem próximo da reta final e a previsão de lançamento é no final do ano.

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