Juggernauts

Vocal: Jamile Martins Guitarra: Rafael Vianna Teclado: Lucas Martins Baixo: Junior Bateria: André Renner Tudo começou dentro de uma sala de aula da faculdade de música, eu (Rafael Vianna) e um grande amigo Gian Carlo, tivemos a ideia de fazer um som juntos. Mas sabíamos que seria difícil achar músicos que tivessem as qualidades necessárias para tocar o que se passava em nossa cabeça. Gian sugeriu chamarmos o João para tocar baixo, e eu sugeri chamar o Andre Renner para bateria, pois sabia que ele iria dar conta do recado. Bom, aí está o começo de tudo, quatro malucos tocando heavy metal em um pequeno quarto no calor de janeiro de dois anos atrás. O trabalho foi fluindo em pouco tempo. Tivemos que parar os ensaios caseiros e passar a ir ensaiar em um estúdio. A banda foi evoluindo e pela grande diferença de influências dos componentes, sentimos falta de teclado e mais um vocal, preferencialmente feminino. Surge a grande reviravolta da banda quando fizemos um anúncio procurando por vocalista mulher e recebemos alguns e-mails com vídeos, perfis, etc. Mas optamos por ouvir a Jamile Martins, atual vocalista que, no primeiro ensaio deixou boa parte da banda arrepiada com sua voz aguda e suave. Como nada é perfeito quando achamos a vocalista que faltava, Gian anuncia que vai sair da banda, pois sentiu que o som iria mudar para algo que ele não curtia. Sinto falta dele até hoje, pois é um grande amigo e um homem de palavra. Falei com André que sempre foi o cara que mais tive afinidade sobre o que fazer, e de maneira bem simples ele me disse: “a Jamile que se vire daqui para frente, deixe ela cantar tudo”. Gostei da ideia, mas tinha que ver o que ela iria achar, pois teria que cantar músicas consagradas na voz de homens. O legal foi que ela não deu bobeira e antes de acabar de falar, ela já tinha dito sim. Assim foi ela matou no peito e assumiu a frente da banda como vocalista. Com o som equilibrado novamente voltamos ao projeto inicial de achar um tecladista. Achei o Lucas Martins atual tecladista que, quando foi fazer seu primeiro ensaio chamou atenção da banda por ser extremante perdido, porém, tudo o que ele ouvia, ele conseguia reproduzir quase que fielmente. Um maldito tecladista privilegiado pelos deuses da música, mas, que não dá o mínimo valor para isso. O som da banda daí em diante cresceu muito, o Lucas foi um grande acréscimo ao som da banda, o André por sua vez, não parava de evoluir subindo seus “bpms” a cada ensaio. Surgiu a primeira chance de tocar quando fomos convidados para tocar em uma festa de formatura no bar Opinião. Tocamos, fizemos um ótimo show e tiramos férias. Na volta das férias tivemos uma grande surpresa quando nosso baixista simplesmente sumiu. Sabíamos que estava bem, mas não voltou a entrar em contato com a banda. Paciência. Passamos um tempo tocando sem baixo e, confesso se não fosse a vontade do André, talvez a banda tivesse morrido ai. Mas não era para ser, então chamamos Jr. Cunha que sempre acompanhou a banda e sabia como tudo funcionava, se ofereceu para tocar. Vendo um trabalho feito com tanto carinho ir agonizando na falta de um baixista, dei uma de ditador e, sozinho aceitei que ele tocasse na Juggernauts para ver como soaria. Fiz isso sem ao menos falar com o André (desculpa André, mas fiz isso para não morrer nosso trabalho), bom o fato é que me entrosei bem com o Júnior, que se mostrou competente tocando contrabaixo. Desde de Julho de 2012 a banda com este novo formato voltou a evoluir. Agora estamos ai fazendo nosso perfil de banda e juntando material da banda para vocês nos conhecerem um pouco mais. Muita coisa irá acontecer ainda, mas sei que esta banda tem colegas de trabalho muito bons. Agradeço ao André e a Jamile por estarmos aqui hoje. Relato Rafael Vianna

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