Lyra

Depois de ganhar minha primeira guitarra, em janeiro de 2012, bati na porta do quarto do meu irmão:

– Pedro! Vamos montar uma banda!

Já tocávamos violão há alguns anos e há algum tempo vínhamos escutando bastante Indie Rock. Bandas como The Strokes, Arctic Monkeys, The Killers, The Kooks, Kings Of Leon, Two Door Cinema Club e Los Hermanos foram as primeiras a nos influenciar. Andamos ao contrário na história do rock. Com o passar do tempo passamos a escutar bandas como Pearl Jam, Nirvana, The Smiths, The Cure, Led Zeppelin, Jimmy Hendrix, Beatles e Elvis Presley…

Meu irmão e eu começamos a tirar as primeiras músicas juntos. Eu na guitarra base e voz e ele na guitarra solo. Pentelhava o Pedro todos os dias: “E aí cara! Tirou aquele solo?”; “Essa eu duvido tu tocar”; “Tá errado!”. Até que um dia ele estava tocando melhor que eu.

Ao som de Last Nite e Mardy Bum, pensávamos em quem poderiam ser os nossos baixista e baterista. O primeiro foi relativamente fácil. O Pedro já conhecia o Thales da escola, aliás todos estudamos na mesma escola, o Aplicação da UFRGS, aqui em Porto Alegre. O Thales era guitarista, mas tocava baixo super bem e aceitou logo de cara formar a banda com a gente. Desde os primeiros ensaios já começamos a ter um entrosamento legal na parte da harmonia, já a percurssão foi mais difícil. Testamos 3 bateristas antes de conhecer o Ruan, atual baterista da banda. Assim, entre ensaios com pouca evolução e escassez de ensaios por falta de motivação dos bateras, acabamos parando por cerca de 5 ou 6 meses entre 2012 e 2013.

Apesar da parada, o sonho de fazer música persistia. Até que um dia, andando pela Cidade Baixa, encontramos o Pedrinho Zandomeneghi, amigo do Pedro do colégio, que na época eu nem conhecia. Fui apresentado a ele e, enquanto apertávamos a mão, o Pedro falou:

– Oh mano! Esse cara toca guitarra tri bem e curte as mesmas músicas que a gente.

Na hora me deu um estalo e uma super vontade de retomar a banda. Na época eu já vinha compondo minhas canções e já havia pego o gosto por cantar e compor. Na mesma hora eu falei pro Pedrinho:

– Cara, não tá a fim de ensaiar com a gente um dia?

Ele aceitou. E a partir daí retomamos a banda. Eu como vocalista, o Pedro e o Pedrinho como guitarristas e o Thales como baixista.

Fizemos um ensaio sem baterista. No ensaio seguinte já estava o Ruan, que havia sido convidado pelo Pedro em um recreio no colégio de Aplicação. O Ruan também era guitarrista, mas já vinha tocando batera há algum tempo e topou formar o time com a gente. A partir daí começamos a evoluir bastante. A cada ensaio tocávamos melhor, nos entrosávamos mais e acrescentávamos as músicas próprias ao repertório.

Nosso primeiro show foi na festa de formatura de um amigo. Nosso nome ainda era Monastério. Nome esse que surgira em um brainstorm que eu e o Pedro havíamos feito na busca desesperada por um nome para o primeiro show.

O fato é que o show foi um pequeno sucesso. Todo mundo gostou. Isso serviu pra nos motivar ainda mais, seguir em frente com esse sonho e começar a realmente levar o projeto a sério.

Hoje nos chamamos Lyra. Idéia foi das nossas produtoras Karol Venturela e Aline Paiva e acatada por todos. Lyra é o nome de um instrumento arcaico e também o nome de uma constelação formada por 7 estrelas principais. A partir de agora, Lyra é o nome de uma banda de rock do Rio Grande do Sul, uma apaixonada pelo que faz, que ama a música e o Rock N’ Roll. Por isso, nos nossos corações arde o desejo de que a Banda Lyra forme mais uma constelção, dessa vez formada por 5 estrelas.

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