Pássaro Vadio se prepara para o lançamento de seu primeiro disco, Caosmos, e faz shows de pré-lançamento em Porto Alegre.

Pássaro Vadio / Camila Schenkel

Pássaro Vadio foi fundado em 2015 pelo músico e compositor Ramiro (voz, guitarra e violão) e conta com Jojô (baixo, guitarra e teclado) e Davi Neves (bateria e percussão). Trata-se de um projeto autoral que não se fecha em um gênero – passeia por ritmos folclóricos da música brasileira, combinado com texturas etéreas do dream-pop e do folk psicodélico. Suas composições próprias misturam sonoridades de tempos e lugares distintos e evocam referências a Caetano Veloso, Devendra Banhart, Tame Impala e Tom Jobim.

Caosmos é o disco de estreia do Pássaro Vadio e tem produção de Alê Siqueira, que assinou álbuns para: Arnaldo Antunes, Elza Soares, Tom Zé, entre outros. Gravado ao vivo durante uma semana no estúdio da Gargolândia, o disco é um universo de som e ruído por onde o personagem principal vai abrindo uma trilha. Por trás das texturas e camadas das guitarras, sintetizadores e percussão está o cancioneiro popular – sua força e simplicidade. As 10 faixas autorais do disco tratam de temas contemporâneos e são pontuadas por arranjos e melodias originais.

O disco chega a todas as plataformas de streaming e compra de música digital, a partir de 02 de junho.

“Em Caosmos, cada música é uma unidade aberta. O personagem principal interage com o caos – massas de som e ruído que, como ondas, nos fazem perdê-lo de vista para depois vê-lo emergir com um novo rosto. A força do disco se manifesta na simplicidade do cancioneiro popular, junto da mudança e do encontro”, afirma o vocalista Ramiro Macedo.

Em Porto Alegre, a Pássaro Vadio faz o show de pré-lançamento de Caosmos no Ocidente, dia 31 de maio. Em São Paulo, a banda se apresenta no Breve, dia 08 de junho; no Sesc Santana, dia 17 de junho; no projeto Secretinho, dia 23 de junho e foi selecionado para participar do Dia da Música 2017, que acontece dia 24 de junho.

Pássaro Vadio – Pré-lançamento de Caosmos
Local: Ocidente.
Endereço: João Telles esquina com Osvaldo Aranha – Porto Alegre – RS.
Data: 31/05/2017.
Horário: abertura da casa às 21h e show às 22h30.
Ingressos: primeiro lote R$ 15,00 e segundo lote + porta R$ 20,00.
Vendas online: https://goo.gl/Ljj8Iv.
Classificação Indicativa: Livre.
Capacidade: 300 pessoas.

Pássaro Vadio
Site: http://www.passarovadio.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/passaro.vadio/
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCfnNRBT8pPJDLiKxNFx_fnQ

CAOSMOS exprime a multiplicidade de sentidos que nos habitam e mutuamente se afetam: caos que se harmoniza, harmonias que se caotizam. A música e a poesia tocam este limiar onde caos e harmonia se encontram e se perdem a cada instante. Caosmos é uma experiência estética que não tem a pretensão de esgotar os fluxos e as formas, mas apenas nos colocar no âmago da intimidade e na quase impossibilidade de acessá-la.

Quem ouviu

“Ramiro vem dizer com seu primeiro disco que além de ser um grande cantor e compositor, é um excelente músico, apaixonado pelos fetiches sonoros da confecção de um álbum. Caosmos foi construído baseado em estruturas de canções simples e diretas, mas com muita emoção e sensorialidade, desenhadas em cada som, volume, plano e camada musical. Isso é magia!”.
Marcelo Jeneci, cantor.

“As canções de Ramiro Macedo são lindas, muito pessoais, sua voz tem poder, e tudo que na sua música é viajante se multiplica por camadas e camadas sonoras que nos transportam para dimensões cósmicas, ou caósmicas, como sugere o título do álbum Não há nisso um deslumbramento superficial pelos efeitos sonoros, mas uma atmosfera sensível capaz de nos deslumbrar, porque corresponde à verdade profunda das canções”.
José Miguel Wisnik, músico e compositor.

“O Ramiro Macedo é um talento raro. Ótimo em tudo que faz, seja tocando, cantando ou compondo. Já o vi atuar mais de uma vez, sempre com grande prazer – e com admiração pela sua precocidade e maturidade”.
Luís Fernando Verissimo, escritor.

“Ramiro é daqueles artistas que surgem dando a impressão de estar no mercado há muito tempo. Apenas 26 anos, mas com maturidade e personalidade surpreendentes para alguém de trajetória tão curta”.
Roger Lerina, jornalista e crítico musical.

por Tropi.Press

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