República do Rock com Sombrero Luminoso e Os Flutuantes

Terça-feira, 22 de junho, é dia de República do Rock. Nesta edição, sobe ao palco do Teatro de Câmara Túlio Piva,  los chicos porto-alegrenses do Sombrero Luminoso. Antes teremos Os Flutuantes, banda que desde 2004 faz o bom e velho rock’n’roll.

O evento tem início marcado para às 19h30. Os ingressos são adquiridos no local em troca de 1 kg de alimento não perecível. As senhas começam a ser distribuídas uma hora antes do evento. O Teatro de Câmara Túlio Piva fica na Rua da República, 575, bairro Cidade Baixa.    

O República do Rock é idealizado pela Coordenação de Música da Secretaria Municipal da Cultura e promove mensalmente o encontro de uma reconhecida banda de rock da Capital com outra em ascensão no cenário. Apresentação e curadoria do jornalista Léo Felipe, porém está edição será excepcionalmente apresentada por Tomás Bello.

As próximas apresentações serão no dia 20 de julho. Os nomes já estão confirmados: Levitan e os Tripulantes e Dingo Bells.

Mais informações abaixo e no site www.portoalegre.rs.gov.br/smc
 
Sombrero Luminoso

Início do ano 2000 surge o Sombrero Luminoso, uma banda de World Music latina que canta a mescla de português e espanhol – o Portunhol – dialeto falado nas fronteiras de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Combinando bolero e rock, milonga e reggae num show irreverente, os cabrones escancaram a latinidade pop sul-americana, que definem como o rock paraguaio: Legítimo como as bugigangas dos camelôs na travessia do rio Uruguai. Furtivamente declarado. Surpreendentemente previsível. Inteligentemente ignorante. Tranquilamente desesperado. Friamente visceral.

Com seu estilo inconfundível o Sombrero Luminoso é uma das bandas mais populares do Sul do Brasil. Em seus dez anos de existência dividiram o palco com grandes nomes (como Papas da Língua em Porto Alegre; Raimundos no Planeta Atlântida e Arnaldo Antunes, Cake e Elsa Soares no SESC Pompéia em São Paulo; Gilberto Gil, Manu Chao e Bersuit Vergarabat na abertura do V Fórum Social Mundial), ganharam o Prêmio Açorianos de Música (2001), a admiração de artistas consagrados (como Caetano Veloso, Odair José, Paloma Duarte) e conquistaram fãs em todos os cantos do País. No cinema o grupo participou das trilhas sonoras de Houve Uma Vez Dois Verões (Jorge Furtado – Casa de Cinema de Porto Alegre – 2002) e Saneamento Básico (Jorge Furtado – Casa de Cinema de Porto Alegre – 2007).

Após o sucesso incontestável dos CDs Buena Onda (2001), Ahora que somos amigos (2003) e do vídeo-clipe Pura Verdad (Iniciativa Produções – 2004), os cucarachas mais queridos da América – Santiago Neto, Sidito el Magnífico, Dudu Yugueros e Tchê Gomes – divulgam o novo CD Chiuaua com o hit One Mexican Love, que já está tocando em todas as rádios, assim, tratam de espalhar seu estilo bandido pelo mundo: estão con los piesitos na Europa e Estados Unidos e, é claro, na América Latina.

Os Flutuantes

Lancheria do Parque (lendário ponto de encontro da classe boêmia/artística da cidade de Porto Alegre) surgiram Os Flutuantes. Entre uma cerveja e outra, estava tudo acertado: A gravação de um CD! Com cinco músicas no bolso e muita disposição, ainda com o baixista Fábio, lá se foram os flutuantes para a então também iniciante Casa Elétrica.

Com o profissionalismo e sensibilidade de Vini Tonello e Leonardo Brunelli para a produção, estava feito o brique: o Volume I saiu com onze músicas e começou a circular entre os apreciadores do bom e velho rock and roll que, se depender dos Flutuantes, realmente, nunca morrerá. Salve Hendrix, Page, McCartney, Plant, etc. Os deuses agradecem a devoção destes guris. Foram dois anos de shows e, só então, o lançamento oficial do primeiro CD – mera formalidade, todos na platéia já cantavam as músicas em outubro de 2007. Nesse entremeio, a saída de Fábio e a entrada de Rodrigo Ribeiro para assumir o baixo deixou a proposta flutuante ainda mais consolidada.

E, como é da personalidade desses caras, eles querem muito mais. E correm atrás. Foram a única banda da América Latina a classificar na etapa final da seleção do Loolapalooza 2008 – ainda não foi daquela vez, mas o alvoroço foi grande.

Na Grande Porto Alegre, no interior do Rio Grande do Sul, em Curitiba, em Florianópolis, em São Paulo ou Rio de Janeiro. No Gig Rock, no Grito Rock e em outros festivais e reconhecidas casas noturnas. Por onde passam já estavam sendo esperados. De onde saem deixam a vontade de mais um show! De palco em palco, os Flutuantes conquistam o que jabá ou imprensa qualquer conseguiriam e jamais conseguiram conquistar: público leal, de verdade.

Essa é a base do trabalho da banda. E tudo isso se reflete na Internet, pelos diferentes canais (Orkut, Fotolog, MySpace, YouTube), fica claro: Como a galera gosta de flutuar com um bom som
 
REPÚBLICA DO ROCK – JUNHO / 2010
Local: Teatro de Câmara Túlio Piva (Rua da República, 575 – Cidade Baixa)
Data / Horário: 22/06 às 19h30
Ingressos: 1 Kg de alimento não perecível – (retirada de senhas 1h antes do espetáculo).

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