Thedy Correa e Frank Jorge participam de debate sobre a música nos anos 80, na FNAC

Depois de anos fora de catálogo, primeiro livro do jornalista Ricardo Alexandre, Dias de Luta – O rock e o Brasil dos anos 80, ganha reedição especial. E o autor vem a Porto Alegre, na próxima terça-feira, 11, na FNAC (BarraShopping Sul – Av. Diário de Notícias, 300), a partir das 19h30, para uma sessão de autógrafos. Além disso, haverá um debate sobre a música dos anos 80, com foco nas bandas gaúchas (Engenheiros do Hawaii, Nenhum de Nós, Replicantes, etc…), com a participação de Thedy Correa e Frank Jorge. Entrada franca.

Sobre o livro:

Considerado “o registro definitivo de uma época em que a cultura pop nacional atingiu seu ponto de ebulição”, o livro Dias de luta — O rock e o Brasil dos anos 80 foi lançado em 2002, teve sua primeira tiragem esgotada em pouco tempo e nunca havia sido relançado. Sua importância pode ser medida, em parte, pelo valor pelo qual era negociado nos sebos (onde chegava a até R$ 550) e, em parte, pelo quanto foi usado como referência bibliográfica para os vários livros-reportagens, documentários, biografias e autobiografias sobre artistas do período lançados desde então.

Essa lacuna foi preenchida no dia 16 de abril, quando chegou às livrarias a nova edição de Dias de luta. Além do texto original completamente revisto, corrigido e atualizado pelo próprio autor, o livro apresenta novo e surpreendente projeto gráfico (baseado nos videogames de 8-bits tão populares na época) e um apêndice redigido em 2013, com as 50 músicas mais importantes do período. “Para o leitor baixar e ouvir no iPod, que era uma possibilidade que obviamente não existia em 2002”, conforme conta o autor no vídeo-release disponível em www.diasdeluta.com.

Fruto de seis anos de reportagem, entrevistas e pesquisas, Dias de luta foi o primeiro livro de Ricardo Alexandre. A obra mistura depoimentos exclusivos dos principais artistas e testemunhas do período com farta documentação histórica e análise cultural. “O rock brasileiro dos anos 80 é detalhadamente explicado e comentado de modo a deixar poucas questões no ar”, disse o lendário radialista Mauricio Valladares.

Ricardo Alexandre nasceu em Jundiaí em 1974 e escreve profissionalmente desde 1993. Foi diretor de redação das revistas Bizz, Época São Paulo e Trip e dirigiu os documentários Napalm: O som da cidade industrial e Júlio Barroso: Marginal Conservador. Seu livro Nem vem que não tem: A vida e o veneno de Wilson Simonal, de 2010, venceu o prêmio Jabuti como a melhor biografia do ano.

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