Walverdes lançam novo CD no Dr. Jekyll nesta quarta-feira

A banda Walverdes lança o CD Breakdance na próxima quarta-feira, 8, a partir das 22hs, dentro do projeto Las Locas Quartas Del Dr. Jekyll. A abertura fica por conta das bandas INI, de Sorocaba/SP, e Hangovers.

Ingressos no local por apenas R$ 15,00.

Ordem dos shows:

23:30 – Hangovers
00:00 – Walverdes
01:10 – INI

Apoio: DubStudio e the!cut, Vyp Eventos e  Rocker Regulagens.

Sobre o álbum:

Finalmente a banda gaúcha Walverdes reuniu suas capacidades para colocar na rua uma pequena coleção de canções chamada BREAKDANCE. O disco inclui 8 músicas inéditas e uma regravação de uma antiga música da banda que até então só havia sido lançada em fita cassete na DEMO AMARELA em 1994. BREAKDANCE será lançado em quatro formatos:

– CD oficial pela Monstro Discos
– músicas tocadas ao vivo pela banda nos shows
– alguns mp3 disponibilizados gratuitamente na Trama Virtual e MySpae
– mp3 disponibilizados pelos fãs por aí na internet

O nome do disco (BREAKDANCE) é inspirado nos filmes de breakdance lançados nos anos 90. As fotos da capa também. Mas o som não. As músicas de BREAKDANCE levam o som dos Walverdes um passo além dos discos anteriores (90 Graus, Anticontrole e Playback), refinando o rock empreendido pelo trio desde 1993. Os sons são derivados de tudo que se fez de legal no rock (e no roll) desde os anos 60, especialmente o garage rock dos anos 60, o punk dos anos 70, o hardcore dos anos 80 e grunge dos anos 90. Alguma coisa dos anos 00 entra também, mas não muito na verdade. Apesar de não aparecer claramente nas músicas, o funk, o hip hop e o reggae também são influências da banda.

Dessa vez, a produção ficou nas mãos de Julio Porto, ex-guitarrista da banda Ultramen e um connoisseur de reggae e funk, além de colecionador de instrumentos e equipamentos vintage, alguns deles utilizados nas gravações. Julio é um dos grandes responsáveis pelo som coeso porém diverso de BREAKDANCE: cada música recebeu uma atenção especial do produtor no que diz respeito a timbres e equipamentos. Além disso, ele ainda salpicou BREAKDANCE com discretos porém poderosos solos de guitarra, teclados e sintetizadores. Em Cérebro, por exemplo, a influência confessa da inclusão de um Moog vem diretamente dos filmes dos Trapalhões.

Se você não conhece a Walverdes, aqui vai um resumo: a banda surgiu durante uma borbulhante fase do rock brasileiro, no início dos anos 90, e rapidamente derrubou as fronteiras geográficas e estéticas do chamado rock gaúcho pra tocar em todo país ao lado de bandas importantes como Nebula, Breeders, Supergrass, Nada Surf, MQN, Forgotten Boys, Autoramas, Nação Zumbi e por aí vai. Já teve gente que achou que os Walverdes eram goianos devido à ligações contratuais e estéticas com a gravadora Monstro Discos.

No total, a banda já lançou 5 fitas cassete e quatro CDs recheados de rock baseado no que já se fez de melhor no gênero: The Who, Stooges, Rocket The Crypt, Nirvana, Mudhoney, Deep Purple e Bob Marley servem pra resumir as influências. Desde a sua fundação os Walverdes se mantém em constante atividade, já tendo atravessado com consistência e sagacidade diversas fases do rock brasileiro ao longo dos últimos 17 anos.

Walverdes é:
Gustavo “Mini” Bittencourt: voz e guitarra
Marcos Rübenich: bateria
Patrick Magalhães: baixo e voz

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