Zumbira e os Palmares

Zumbira e os Palmares nasceu nos jardins da Faculdade de Comunicação da UFRGS, no primeiro semestre de 2000. Da criatividade delirante de um bando de pseudo-publicitários surgiu a necessidade de uma fusão dos mais variados ritmos, uma miscigenação musical calcada nos batuques afro-brasileiros e na levada do rock. Uma mistura influenciada principalmente pelo swing eletroacustico de Jorge Benjor, e pela intensidade dos tambores e das guitarras distorcidas do maracatu de Chico Science e Nação Zumbi. O resultado final dessa postura é um som inusitado e original, repleto de brasilidade e sem esquecer jamais a herança cultural do sul do país. A poesia está presente nas letras que tratam de comportamento, amor, paixão, saudade, luta, enfim falamos de sentimentos. Com um CD DEMO lançado em 2001, chamado Rock + Samba + Psicodelia, e um single lançado no final de 2002 (Na Fragilidade do Olhar – música com grande execução nas rádios de Porto Alegre), a banda começou a conquistar espaço no cenário musical da capital gaúcha. Em 2003 a banda foi vencedora da etapa de Porto Alegre do Festival Berçário Atlântida, um dos maiores festivais de bandas novas da região sul do Brasil onde estavam escritas mais de 450 bandas. No ano de 2004 abriram o show de lançamento dos Cds de Frank Jorge, a convite do próprio, no Bar Opinião e abriram também o show da banda pernambucana Mundo Livre S/A. No mesmo ano venceram a etapa Porto Alegre do festival Paredão Polar. Atualmente a banda está trabalhando o single intitulado Não Tem Choro, uma influência black e dançante da banda. Também prepara seu primeiro trabalho independente no Estúdio 12 com produção de Marcelo Fruet.

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